Da Série "Gula"

Café da manhã:
 
Almoço:
 
 
Jantar:
 
 
Sobremesa:
 
Acho que eu tô com fome.
 
 


 Escrito por Mestre de Obras Estranha às 02h31
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Da Série "Alvi-branco"

Segundo o jornal, hoje é dia 14 de agosto de 2006. Isso é impossível. Ontem foi dia 19 de abril.
Estou perdido, talvez tenha ficado louco. Só pode ser sandice, nada disso é verdade. Esse não é o lugar onde vivi minha vida inteira.
NÃO. Preciso acordar. Preciso fazer alguma coisa que me leve de volta à realidade. Preciso sair daqui! Tudo ilusão, mentira!

E eis que tudo se fez... escuridão.

Acordo em um quarto branco, parcamente mobiliado. Tudo é branco, os móveis, as paredes, as flores e cortinas. Não há um único quadro na parede. Um pássaro pousa no beiral da janela. O pássaro também é branco. Espere um minuto, tem algo surgindo, algo se levantando atrás das cortinas! É...
... uma moça. "Alva", diz que esse é seu nome. É branca, mas está curiosamente vestida de amarelo. Vestido amarelo, com mangas curtas. Quem é essa menina? Apesar do claro asseio em sua tez, ela é mal cuidada e tem os cabelos desgrenhados. Cabelos cacheados de um louro juvenil, olhos grandes e redondos, escuros. A primeira coisa escura que vejo desde que surtei. Seu rosto é quadrado e ela tem largos lábios. Ela sorri.

-Oi estrangeiro. Está melhor?

Me sento num salto.

-Onde estou, quem é você e que dia é hoje?

-Você está em minha casa, eu sou Alva e hoje é dia 14 de agosto de 2006.

-O que aconteceu com... esse lugar... onde estamos?

-Como assim, onde estamos? Estamos na Terra, oras!

-Terra, imaginava. Que país é esse? (Subitamente me lembrei da música do Legião Urbana. Quis morrer mais uma vez.)

-País? O que é um país?

Pânico. A mocinha Alva não sabe o que é um país. Talvez seja tão burra que não reconhece um rolo de papel higiênico. Ou, talvez, eu tenha morrido.

-Eu morri?

-COMO ASSIM?

-Claramente não morri...

-Olha... é... como é mesmo seu nome?

-Jeremias.

-Olha Jeremias, eu não sei o que aconteceu com vc. Sei que o encontrei estirado no jardim da Dona Branca, e ela não gosta nada, nada quando homens se deitam no jardim dela. Ela tem ciúmes das flores sabe, as flores púrpuras.

-Sei. Vc pode me dar um copo d'água?

-Posso sim. Vc quer se levantar da cama? Talvez faça bem esticar as pernas, sabe, caminhar.

-Tem razão, posso estar enfermo.- Voz interior -Talvez já esteja em uma instituição para dementes.

-Por aqui.

Ela entrou pela janela mesmo, como um moleque. Carregava alguns utensílios de jardinagem e os largou no chão, me levou até a cozinha. Tudo era branco, tão branco que me causava tristeza. Todos os móveis, cortinas, tapeçarias, toda a decoração, louças, toalhas, copos, talheres. Tudo branco. Curiosamente noto que é a primeira vez que vejo uma casa sem televisão e sem quadros. Vejo inúmeros jornais e revistas, mas nada que contenha uma imagem. Talvez essa tal de Alva seja mais maluca que eu.

-Aqui, tome. Beba devagar, cuidado pra não engasgar.

Bebi. Me dirigi até o banheiro para urinar e notei algo ainda mais curioso. Não havia espelho.

-Por quê vc não tem uma televisão na sua casa? Ou um espelho...

-Como? Tel... tele... espelho? O que é um espelho?

Preciso de um cigarro. URGENTEMENTE!

-Alva, por favor, onde tem um boteco ou padaria por aqui? Preciso comprar cigarros e raciocinar direito, estou um tanto confuso...

-Ah sim. Tem os dois, os dois são perto. Quer que vá para vc?

-Não, não, preciso caminhar, como vc mesma disse.

-Tudo bem, mas vou te acompanhar. Pelo visto não é seguro deixar vc andando por aí sozinho, vai que encontra a Dona Branca...

-Sim, vamos.

Ponho os pés na rua e não acredito. Nunca vi uma quantidade tão exorbitante de flores, todas muito coloridas. Cores que eu nem imaginava que existissem. O concreto da rua, as construções, as casas e prédios, canteiros, sinalizações, carros, tudo era branco, exceto pelas roupas, flores e o céu. O céu era de um azul que nunca vi. As pessoas estavam todas descabeladas e eram feias. Não feias de nascença, mas algo as tornava feias, como Alva. Eram todos mal cuidados. Nem um único homem tinha o rosto liso, todos tinham barba e bigode. Uns longos, outros mais curtos, alguns falhos,outros fartos. Mas todos barbudos. E as mulheres... elas não tinham cores. De rosto elas pareciam cangaceiras como Sinhá Vitória em "Vidas Secas", embora fossem muito limpas e cheirassem extremamente bem. Como Alva, ela cheira tão bem que não quero sair de perto dela. Todos me estranham, menos a menina ao meu lado. O único homem sem barba nesse lugar esquisito e claro, ela deve ter ficado, no mínimo, curiosa.

-Um Malrboro, por favor.
-É um real.
-Como assim, um real? Quantos cigarros tem nesse maço?
-Vinte, ué.
-Tem certeza?
-Se não quer, não vendo!
-Tudo bem, um real.

A nota na minha mão... ela está lisa. Verde, mas sem imagem alguma. Olho para o boteco, não há UM ÚNICO CARTAZ COM IMAGENS! Cartazes de cerveja, sorvete, o maço de cigarros. Todos os anúncios são escritos, mas não têm imagem! NÃO HÁ IMAGENS!

Saímos do boteco e vamos dar um passeio.

-Quer tomar uma coca cola, estrangeiro?
-Por quê vc me chama de estrangeiro? Já disse meu nome.
-Nunca te vi e nunca vi igual a vc. Então é estrangeiro.
-Sei. Uma coca cola? Pode ser.

Sentamos em uma lanchonete, cuja logo marca, é claro, não tem desenhos, apenas letras. A garrafa de Coca Cola não tem aquele traço branco, apenas letras brancas e comuns no fundo vermelho. Letras comuns como todo o resto. A garrafa de vidro não brilha.

-Alva, por quê não existe nenhuma imagem nesse lugar?
-Imagem?
-É, fotografias, gravuras, desenhos, pinturas, essas coisas. Não vi nenhuma até agora.
-É pq vc está inventando essas palavras esquisitas. Nunca ouvi falar em imagem.
-...

Percebi tudo. Esse lugar, ele não possui imagens. Não existem espelhos. Nada brilha, tudo é fosco. Nada reflete a imagem de ninguém. De repente caiu a ficha! As pessoas não se arrumam pq não se enxergam! Não existem desenhos ou imagens! NÃO EXISTE COMUNICAÇÃO VISUAL! NÃO EXISTEM OUT-DOORS! APENAS PALAVRAS COM A MESMA FONTE!

E eis que tudo se fez... escuridão. 



 Escrito por Mestre de Obras Estranha às 01h04
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Da Série "O Último Jantar"

As flores estavam devidamente ajeitadas, a casa cheirava bem, o cachorro estava bem alimentado e dormente. Tudo estava como planejado para aquele que seria o último jantar a dois. Ela se emperequitou como uma donzela. Ele chegou cansado do trabalho, com aquela roupa branca suja de sangue dele que só ela conseguiria achar sexy.Após os beijos, os abraços e as palavras carinhosas de saudade, resolveram começar a refeição. Ele se lavou e sentou à mesa, cuidadosa e elegantemente posta, com três talheres de cada lado do prato e aquela coisa toda. Ela, no entanto, precisava buscar o prato principal no porão. Era pesada embora não fosse gorda. E isso a tornava mais apetitosa.

-Querido, vc pode me dar uma ajudinha? Acho que dei um mau jeito nas costas quando fui buscar nosso jantar.

-Claro doçura. Mas que belo pedaço de carne hein? Se limparmos bem essa maquiagem toda e as lágrimas, aposto que vai ficar divina!! Que bom que vc escolheu uma mulher, não aguentava mais o gosto da carne masculina.

-Eu sei. Eu tbm queria voltar a comer mulheres, os homens dão mais trabalho pra "preparar". Sem contar que a carne delas é tenra e o choro delas abre o apetite que é uma maravilha!

Ela era linda. Tinha carne por todos os lados e aparentava uma saúde exemplar. Seus lindos olhos castanho-claros eram vivos e brilhantes, agora em evidência por causa das lágrimas de medo. O pavor estampado em sua cara tornava a cena ainda mais romântica. Ele mal podia se conter diante de tal banquete.

Ela foi posta em uma bandeja enorme, com as mãos e os pés amarrados nas costas.Foi enfeitada com fios de ovos, uvas, rodelas de laranja e regada a vinho. Era o que eles gostavam de chamar de "puta com laranjas". E parecia de fato delicioso,os fios de ovos combinavam com seus cabelos loiros, cuidadosamente amarrados em coque para que não caíssem fios na refeição.

Após as preces, ele se pôs a amolar a faca enquanto a mulher servia o vinho. Ele puxou a perna para cima segurando pelo calcanhar da moça e cortou fora um dos glúteos, que segundo os açougueiros é a parte nobre do boi, logo, só pode ser a parte nobre dos humanos também. O sangue escorreu ferozmente, enquanto a moça urrava de dor e medo. Agora ela tinha apenas uma nádega, dividida proporcionalmente entre o casal.

-Nossa, vc escolheu bem essa carne! Há tempos que eu não comia um pedaço tão suculento de picanha! Vê essa gordurinha aqui? Deliciosa, melhor que isso, só quando comermos os seios!!

-Ah, amor, vc me deixou com vontade!! Corta um seio pra mim?

- Claro, fofurinha! Pra vc, qualquer coisa!

Ele esmurrou a cara da refeição para que ela não se debatesse muito na hora de ser virada de lado, embora ela não tenha sido desacordada em momento algum. Ela gania como um cãozinho apavorado e todos os seus músculos estavam retesados. Aqueles músculos dariam um ótimo acompanhamento para a sopa, seria puta ao molho pardo.
Agora em posição fetal, ele pegou um dos seios e fatiou apenas o mamilo, dando na boca da mulher para que ela provasse o sabor. -"Hum, aprovadíssimo" disse a esposa, com brilho de satisfação nos olhos.

Então ele cortou o seio inteiro fora. O prato soltou um grito lancinante e desmaiou, o que facilitou muito o processo de desossamento. A esposa queria fazer um salpicão de puta desfiada! E foi o que fez, terminada a refeição. O marido lavou os pratos, o cachorro acordou , a mesa foi tirada, o vinho acabou.

Empanturrados, ainda tinham sopa e salpicão de puta com maionese. Era comida para mais de uma semana. E assim que acabou, os ossos foram dados ao bicho de estimação. Enquanto ele arrancava a carne restante dos ossos e mastigava a língua e os olhos da moça, marido e mulher se reuniram no quarto do casal. As cordas já estavam preparadas no teto. As banquetas devidamente colocadas em seus lugares.

Eles deram o último beijo. O último jantar. Adeus.

 

Até a próxima refeição.



 Escrito por Mestre de Obras Estranha às 17h44
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Da Série "Justiça Divina"

Olá queridos amigos, irmãos, compatriotas, clérigos, sôfregos, cambaleantes e afins!

Sim, existe justiça nesse mundo. E cá estou eu a rolar de rir pq fui justiçada!!!

Se vcs se lembram, fui "contratada" por uma empresa que vendia planos odontológicos. Enfim, fui enganada por uns trapaceiros de meia tigela que queriam tirar a grana da minha família. Pois bem, estou eu a assistir Tv quando meu pai me liga dizendo: -" Filha, liga a TV na Globo".

Liguei. Qual não foi a minha surpresa ao ver TODOS os participantes do embuste (todos com os quais tive contato tbm) sendo presos e humilhados!! Sim, queridos conterrâneos, eles foram presos por formação de quadrilha e fraude!!!!! E cada um deles há de pegar 5 anos de prisão!! Não é o máximo?

Sim, estou feliz e delirante. Sim, hoje é dia de São Patrício. Sim, essa notícia é só um motivo a mais pra ENCHER A CARA!!! Sim, estou com o estômago cheio pra não gorfar.

Em homenagem a tão notório santo:

"Ali está a breja, filho. Pegue e beba sem limites junto de seus amigos, irmãos, compatriotas, clérigos, sôfregos, cambaleantes e afins". Amém!!!

 



 Escrito por Mestre de Obras Estranha às 20h07
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Da Série "Slayer"

Skeletons of Society

Minutes seem like days
Since fire ruled the sky
The rich became the beggars
And the fools became the wise
Memories linger in my brain
Of burning from the acid rain
A pain I never have won

Nothing here remains
No future and no past
No one could foresee
The end that came so fast
Hear the prophet make his guess
That paradise lies to the west
So join his quest for the sun

Shades of death are all I see
Fragments of what used to be

The world slowly decays
Destruction fills my eyes
Harboring the image
Of a spiraling demise
Burning winds release their fury
Simulating judge and jury
Drfiting flurries of pain

Deafening silence reigns
As twilight fills the sky
Eventual supremacy
Daylight waits to die
Darkness always calls my name
A pawn in this recurring game
Humanity going insane

Shades of death are all I see
Fragments of what used to be

Minutes seem like days
Corrosion fills the sky
Morbid dreams of anarchy
Brought judgment in disguise
Memories linger in my brain
Life with nothing more to gain
Perpetual madness remains

Shades of death are all I see
Skeletons of society
Fragments of what used to be
Skeletons of society

Pra ilustrar tão meiga canção:

Quem chuparia os ossinhos da Hello Kitty?



 Escrito por Mestre de Obras Estranha às 12h36
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Da Série: "?"

BIRICuTICO ou BIRICoTICO?

 Escrito por Mestre de Obras Estranha às 17h35
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Da Série "Tá Com Medo?"

Ditador

 

Ouvir teu grito

Unhar tua pele

Sentir ofegante a respiração

O olhar do teu terror

Denuncia a excitação

Exemplifica o símile

Ao meu nobre coração

Tua boca retorcida

Que geme palavras indefesas

Confessa as fraquezas

Desta humana condição

De teu suor gélido

E tua nítida palidez

Concluo o dever

De acabar com a aflição

E por melhor que seja

Teu corpo nessa bandeja

Prefiro você vivo

Sentindo tudo são

As gotas do sangue sujo

Que sujam esse chão

Gritam teu medo mudo

De viver a danação

Mas é castigo vigoroso

É precisa a punição

Deixa belo o pavoroso

Mesmo gritando o NÃO

 

 

That´s all, folks. TÃ-TÃRÃTÃTÃTÃTÃTÃTÃTÃTÃTÃÃÃÃÃÃÃ-TÃRÃRÃRÃ-TÃTÃÃÃÃÃÃÃÃÃ!

 



 Escrito por Mestre de Obras Estranha às 13h24
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Da Série "Cravos"

Definições para a palavra cravo:

Cravo - erupção cutânea

Cravo- flor rabugenta que, vira e mexe, briga com a rosa.

Cravo - instrumento musical que eu gosto pra caralho!

Cravo - conjugação do verbo "cravar" na primeira pessoa do presente do indicativo.

Ex-cravo. HAHAHAHAAAA!!!

 

Eu sei que isso soa politicamente incorreto, mas eu não pude resistir.



 Escrito por Mestre de Obras Estranha às 14h53
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Da Série "Calor Infernal"

Eu amo o calor. Adoro mesmo, me sinto extremamente à vontade em vestidinhos leves e saias curtas, me sinto super bem em blusas de alça e decotes generosos. Amo tomar sol, andar na rua quase pelada, jogar água na cabeça sabendo que vou secar em 15 minutos ou menos. Mas vou falar a verdade, o calor já tá demais!

Porra! Já há três dias que eu não consigo fazer mais do meu dia do que ficar deitada sentindo mal estar, enjôo, nada refresca, a água que deveria secar em 15 minutos ou menos nem molha direito, seca ao sair da garrafa, não posso andar com meus belos cabelos soltos, pq senão a minha nuca vira carne de panela! Mas eu guardei o especial dessa notícia pro final: OS PERNILONGOS!!! ELES ME AMAM! Quando eu não tiver mais ninguém e estiver pra morrer sozinha, OS PERNILONGOS ME FARÃO COMPANHIA! AAAAAARRRGH!

As imagens do dia são quentes... uiuiui!

Pq eu não passo roupa nesse calor nem que amarrem minha mãe em um caminhão e a arrastem por dias!

É onde eu estou agora e onde estarei por um boooommm tempo...

FILHO DA PUTA!

É isso. Alguém tem uma piscina que eu possa usar livremente até o fim do verão?



 Escrito por Mestre de Obras Estranha às 22h25
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"Da Série "Idiota, EU???"

E vejam vcs que até eu, rainha suprema da manha, soberana da lábia, etc,etc,etc... caí no conto do vigário!!!

Em meu desespero por trabalho (não estou dizendo dinheiro - estou dizendo TRABALHO), mandei um curriculum para uma vaga de supervisora comercial. Vcs sabem, lidar com clientes que estão insatisfeitos com o serviço prestado pela empresa, resolver pepinos dos vendedores, burocracia, financeiro, RH, aquela coisa toda.

Abreviando o golpe: blá, blá, blá, o negócio era tipo filtros europa. O que me mata nessa história toda (além de ter sido feita de idiota por dois dias) é que todas as evidências de que aquilo tudo era uma pegadinha eram contrariadas por um embasamento realmente lógico! Tudo era conciso, não dava pra duvidar. Até a frase final se tornar um eco insuportável na minha cabeça: venda pra sua família, venda pra sua família...

Ué! Mas não era pra ser SUPERVISORA?  Eu ODEIO vendas, não foi pra isso que eu tinha me candidatado. E ELES AINDA ME FALAM PRA VENDER PLANO ODONTOLÓGICO PRA MINHA MÃE!!!!!

Ah, pau na bunda. Vejo vcs depois, dura como sempre, mas bonita, faceira, gostosa e inigualávelemtodaminhaglóriaamém!

A imagem do dia:

Eu, pelo ponto de vista do Murai. I´m totally over rated.



 Escrito por Mestre de Obras Estranha às 15h23
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