Da Série: Ajudando amigos em apuros.
Olá pessoal.
Esse é o texto de um grande amigo chamado Rodrigo Ferrari. Por motivos escusos e alheios à sua vontade, ele não pôde deixar esse texto no blog dele, então estou emprestando o meu para que ele possa deixar no ar tão ilustre texto.
Espero que vcs se divirtam. Se quiserem entrar no blog dele, o link está na lista como "Rodrigo". LÁ VAI:
QUERIDO DIÁRIO - PARTE III
Dizia que não era machista, que não era moralista e que não sabia nem fazia o que quer que seja que fossem issos. Embora fosse assumidamente interessada no produto, demonstrava convicta passividade perante a oportunidade de comprá-lo. Não que considerasse o ataque feminino um ato repreensível, de forma alguma, somente não o praticava e queria distancia de quem o fizesse pois, é claro, tomava cuidado com suas amizades. Perguntou-lhe: - E você e o Rodrigo ein? - Tô esperando ainda....
Passei um mês esquentando ela emocionalmente, com aquele papinho meloso de praxe que machistinha gosta de ouvir. Devidamente lubrificada com o psico-KY, comecei a mostrar pra ela ,“todos os homens são iguais”, que sim, todos eram, mas eu era menos igual e mais diferente. Emocionalmente e psicologicamente preparada, até uma zebra com síndrome de down conseguiria dar um fatality na coitadinha. Meu sadismo moral não me permitiria dar o primeiro passo mesmo que meu pau estivesse pulando através do zíper da calça pra dar uma surra na cara dela. Fiz tudo que podia fazer sem consumar um ato concreto (pra moralistas, são só esses atos concretos que contam. Só a cabecinha não vale), deixei-a mais molhada que o túnel da Rebouças em dia de enchente mas não beijei não beijei não beijei (paguei com o azulado de minhas bolas posteriormente, mas valeu a pena). Ela, obviamente, não daria o primeiro passo. Isso começou a, além de me irritar, me divertir. Veio em casa semana seguinte e eu, apesar de não ter planejado nada, não pretendia resistir, mas se pudesse não daria o primeiro passo. Acabou rolando, nem sei bem quem deu o dito cujo porque já estávamos envoltos sob o fino e tênue véu rosa do tesão. Enfim, não importa. O que importa, pra mim pelo menos, é que ela ignorava a existência dos pelos em seu buço, negligenciou a depilação na região que circunda os mamilos e comete o pecado capital numero 1 no meu livro de regras : apresentava não tão humildes pelinhos pubianos saltando ferozmente de sua calcinha sexy como a de minha avó (antes ainda dela ser tirada). Para leitoras atentas, não preciso comentar a gravidade desse pecado. Para leitoras negligentes, pênis em vossos ânus. O mesmo, sem lavar antes de trocar. Detalhe : ela sabia muito bem da minha aversãozinha. Continuando: não tomava muitos cuidados com higiene, pintava mal e porcamente suas unhas hediondamente cumpridas (que metaleiros acham bonitas – quanto maior melhor, a ética do Zé do Caixão equiavalente a do Rex Crinitus que eu já mencionei na questão dos cabelos longos em algum lugar por aí) e utilizava roupas que ignoravam sua sexualidade. Conseguia usar um decote que não dava vontade de olhar. Mas tudo isso seria tolerável, seria até ... ignorável talvez. Mas quando nos beijamos ficou claro que sua delicadeza, sutileza e habilidade sexuais eram somente equiparáveis a um hipopótamo caolho e manco atravessando a paulista em dia de passeata. O beijo pra ela era socar a língua dentro da minha boca. Preliminares pra ela eram beijo e ponto. Segurou o pequeno Wilbur como se estivesse arrancando um cogumelo do jardim da vovó, e não queria mais soltar. Resumidamente, uma experiência traumatizante. Admito que penetrei-vos sem lubrificação alguma, mas agora passarei hipogloss delicadamente no traseiro de vocês (não tão delicadamente assim, talvez). Creio que tudo isso que ocorreu é devido a aspectos moralistas e machistas de sua criação e personalidade que acabaram por acobertar sua sexualidade ‘voluntária’ (porque sexo com cara maxista – quase todos – é pinto pra fora, pinto pra dentro, gozada, pinto pra fora, vira pro lado e “um abraço”). O que eu quero dizer é que por passar a vida esperando e se relacionando com caras machistas, ela se acostumou a esse universo no qual não faz muita diferença se ela tem pelos ou não, buraco é buraco. Não faz diferença se ela goza ou não, desde que abra as pernas e deixe. Desde que ela “dê”. Não faz alguma diferença o aspecto de suas unhas ou sua postura, e o poder que tudo isso tem pra transformar um decote em uma exposição de pele tão sensual quanto metade de um dedo do pé (foot-fetishistas não contam). E por quê? Porque homem que é homem não nega fogo. Quando ela quiser, ela dá um sinalzinho e nego vem. Se ele vier, não dará a mínima pra esses detalhes. Quem dá? Aberrações da sociedade (muá, por exemplo). Ela não é uma aberração moral e social, portanto não coexiste com “a minha pessoa” (tanta gente tem pessoas hoje em dia. Eu ainda não comprei uma, acho que vou consultar preços na sony). O pior é que, por incrível que pareça, ela não é feia, até que é gostosinha e é um amor. Mas aberrações que somos (quem conhece essa ein? Ahahaha) não poderíamos nos importar com superficialidades fúteis e frívolas como essas.
Rodrigo Ferrari.
P.S. - Dêem uma olhada no post anterior. Esse é fresquinho tbm.
Escrito por Mestre de Obras Estranha às 12h59
[]
[envie esta mensagem]
|
Da Série: Crônicas de uma mocinha-mulé.
Tralálá... atingi o auge da minha vida sexual e estou pronta pra ser mãe.
"Mas vc já não estava pronta quando menstruou?" pergunta o desavisado. Sim, se vc estiver pensando em mim como invólucro involuntário. Putarias à parte, eu poderia muito bem engravidar desde os 11 aninhos.
Mas não, caro desavisado. Não é disso que eu estou falando, e vai interromper a puta que te pariu. Estou falando de todo o resto. Cabeça, corpo e membros. E o melhor: hormônios. Sim, é DISSO que eu estou falando. Não mais que de repente meu quadril alargou mais (mais?? É POSSÍVEL???), eu comecei a transpirar reprodução (não fornicação - lê-se foda pro desavisado) e ganhei a mais nova CARA DE MÃE MODERRRRNA!!!
Oh. E agora, quem poderá me defender? "EEUUU!!" - grita o anticoncepcional desvairado no fundo do salão, enquanto, assombrada, tento ver quem é o pau no cu que gritou essa merda fazendo uma apologia ao Chapolin Colorado.
E o sexo... ah, o sexo... nunca foi tão bom, vivo, colorido e anestésico. Sim, anestésico pq cansa pra caralho, todo mundo sabe disso.
Resumindo o que não consegui resumir até agora com esse texto imbecil: meu gineco diz que eu atingi oficialmente a maturidade, pronta para trazer minha prole ao mundo e espalhar meus genes por aí. Bem feito, quem mandou nascer com buceta???
A imagem do dia:

CIO ETERNO DE CU É ROLA.Sim, eu tô de TPM. Vão tomar no rabo.
Escrito por Mestre de Obras Estranha às 19h26
[]
[envie esta mensagem]
|